Rogério Ceni sobre treinar o Timão

O Bola da Vez deste sábado (19), às 22h, está para lá de imperdível. O convidado da semana será Rogério Ceni, treinador do Fortaleza e eterno ídolo do São Paulo. Entre diversas perguntas, a possibilidade de um dia treinar Corinthians ou Palmeiras foi debatida no programa.

Recentemente, o presidente do Timão, Andrés Sanhez deu sinal verde para a chance. Ele surpreendeu ao falar que não vê problemas em contratar o ídolo tricolor para dirigir a equipe do Parque São Jorge, já que Ceni será um dos melhores na profissão. No entanto, o ex-goleiro não acredita que essa proposta, tanto de Corinthians ou Palmeiras, irá acontecer por conta da rivalidade.

“O Corinthians foi um grande adversário. Na carreira, tem muita importância, aconteceram muitos fatos relevantes exatamente por ser o Corinthians. Então eu tenho um respeito muito grande por Corinthians e Palmeiras. Com o Santos também, mas sempre falo de Corinthians e Palmeiras por serem da mesma cidade”, disse Ceni, que completou:

“Primeiro: eu acho que não haverá um convite de Corinthians e Palmeiras para mim. O Galiotte mesmo disse uma vez que não seria conveniente. E acho que ele tem total razão. Eu tenho total respeito pelas duas entidades, mas seria levada essa rivalidade que existiu durante 18, 19 anos que eu fui titular do São Paulo”, seguiu.

Para Rogério Ceni, a pressão do torcedor, que não vai conseguir esquecer o passado de fidelidade ao São Paulo, seria enorme. Ele acredita que um trabalho ruim acabaria muito antes do que, por exemplo, durou a curta passagem de Tiago Nunes pelo Corinthians.

“Eu vou dizer uma coisa: se acontece comigo o que aconteceu com o Tiago Nunes… Aliás, não aconteceria nem 15% de uma campanha ruim porque o torcedor mais apaixonado nunca vai entender. E eu compreendo isso perfeitamente e até admiro porque é admirável da parte do torcedor ser tão fiel, como diz o nome da sua torcida. E também a minha fidelidade ao São Paulo. Nesse caso é muito recente. Eu não digo nunca, não posso dizer nunca. Mas acho que não é compatível no momento eu trabalhar no Corinthians ou no Palmeiras. Talvez não caiba analisar isso nesse momento”, finalizou.

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