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RBRX11 anuncia pagamento de R$0,09 por cota em 22 de outubro; DY mensal fica em ~1,25%

RBRX11 anuncia pagamento de R$0,09 por cota em 22 de outubro; DY mensal fica em ~1,25%

O fundo imobiliário RBRX11 divulgou que efetuará uma nova distribuição de rendimentos no dia 22 de outubro de 2026. O montante será de R$ 0,09 por cota, relativo aos resultados contabilizados em setembro.

Considerando a última cotação registrada em setembro, de R$ 7,18 por cota, o pagamento corresponde a um dividend yield mensal aproximado de 1,25%.

Terão direito ao provento os investidores que possuíam cotas do RBRX11 ao término das negociações de 15 de outubro de 2026. Compras realizadas a partir de 16 de outubro não conferem direito a essa distribuição. O valor distribuído será proporcional à posição de cada cotista — por exemplo, quem detinha 1.000 cotas em 15 de outubro receberá R$ 90,00.

Para pessoas físicas, os rendimentos pagos pelo RBRX11 são isentos de Imposto de Renda, desde que atendam aos requisitos previstos na legislação aplicável a fundos imobiliários.

Possível integração com PSEC11 está em avaliação

Segundo o relatório gerencial relativo a agosto de 2026, a administração do fundo, sob gestão da Patria, estuda uma reorganização dos veículos multiestratégia que inclui a hipótese de integração com o PSEC11. A operação, se concretizada, poderia originar um veículo com patrimônio líquido superior a R$ 2,7 bilhões.

A gestora aponta que a combinação das estruturas facilitaria maior capacidade de alocação e ampliaria a diversificação entre ativos e devedores. No entanto, até a data do relatório a consolidação não havia sido aprovada. A execução dependeria de aprovações em assembleias e demais autorizações, com previsão de eventual conclusão durante o segundo semestre de 2026, conforme o planejamento apresentado.

Composição da carteira e ajustes recentes

Ao final de agosto de 2026, a carteira do RBRX11 era composta majoritariamente por participações em outros fundos imobiliários, que respondiam por 55,6% do patrimônio líquido. Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs) representavam 40,1%; havia ainda 3,4% em caixa líquido, 0,8% em imóveis e 0,2% em sociedades de propósito específico (SPEs).

Durante o mês, a gestão promoveu realocações: aumentou a exposição ao ILOG11 em R$ 5,2 milhões e ao SHIP11 em R$ 2 milhões, direcionando recursos para projetos vinculados à estratégia de desenvolvimento imobiliário. Na carteira de CRIs, houve redução de R$ 5,4 milhões nas posições totais, parte desses recursos sendo mantida em caixa.

Paralelamente, o fundo adquiriu séries adicionais dos CRIs MOS Jardins e Pinheiros II, com remuneração contratada de CDI + 4,95% ao ano.

Leia também: HSLG11 ajuíza ação de despejo contra Casas Bahia por inadimplência de R$ 4,3 milhões

via fiis.com.br/noticias/

Sobre o autor

"Fundador e editor do portal Mundo da Notícia. Formado em Engenharia de Produção e Técnico em Mecatrônica, utiliza sua sólida base analítica e visão baseada em dados para traduzir o mercado financeiro, tendências do Ibovespa e o cenário econômico global de forma clara e acessível para o leitor comum."

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