A Eneva venceu a disputa por seis blocos exploratórios na Bacia do Parnaíba, arrematando as áreas em 7 de outubro de 2026 por um bônus de assinatura total de R$1,5 milhão. A operação foi concluída no leilão promovido pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) sob o regime de concessão.
A companhia adquiriu 100% de participação nos blocos identificados como PN-T-49, PN-T-84, PN-T-85, PN-T-86, PN-T-101 e PN-T-102, com área somada de 13.983 km². Pelo programa exploratório mínimo ofertado, a Eneva propôs a execução de 5.630 Unidades de Trabalho ao longo de seis anos.
Além do bônus de assinatura, a empresa comprometeu-se a investimentos mínimos de R$64,18 milhões na fase de exploração dessas áreas. A assinatura dos contratos de concessão pelas empresas vencedoras está prevista no cronograma da ANP até 26 de fevereiro de 2027.
A disputa do certame abrangeu mais de 300 blocos em diversas bacias sedimentares do país; na Bacia do Parnaíba a Eneva foi a principal vencedora, concorrendo com outros players que também arremataram áreas na rodada. A bacia terrestre do Parnaíba ocupa principalmente o estado do Piauí e partes do Maranhão e do Ceará.
Com as novas aquisições, a Eneva reforça seu portfólio na região onde já opera infraestrutura integrada de produção e geração, consolidando uma estratégia de aproveitamento sinérgico entre ativos de upstream e unidades de processamento e comercialização de gás.
- Bônus de assinatura (total): R$1,5 milhão.
- Valor médio por bloco (informado na rodada): R$250 mil.
- Compromisso mínimo de investimentos na exploração: R$64,18 milhões.
- Programa exploratório mínimo: 5.630 Unidades de Trabalho em até 6 anos.
- Área total arrematada: 13.983 km².
- Data do leilão: 7 de outubro de 2026.
- Prazo estimado para assinatura dos contratos: até 26 de fevereiro de 2027.
Os blocos passarão agora pela etapa contratual e pelos compromissos técnicos previstos no contrato de concessão; a execução do programa exploratório e os resultados das atividades sísmicas e de perfuração nas próximas fases definirão o potencial comercial das áreas.
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via INVESTING AÇÕES