Autor: Marcelo Monteiro — Publicação: 17/09/2026 às 14:50 — Leitura: 2 minutos
Atualizado em: 17/09/2026 às 14:50
O fundo imobiliário TEPP11 (Tellus Properties – Fundo de Investimento Imobiliário) formalizou a aquisição de dois conjuntos comerciais do Edifício Torre Sul, em São Paulo, por R$ 10.767.131,82. A escritura definitiva de compra e venda foi lavrada em 16 de setembro de 2026, informou o fundo em comunicado.
Detalhes do imóvel e da operação
Foram comprados os conjuntos 171 e 172, situados na Rua James Joule, nº 65, na capital paulista. A transação complementa informações divulgadas anteriormente pelo TEPP11 em fato relevante de 6 de julho de 2026.
Como foi o pagamento
O pagamento do preço total combinou um valor simbólico em moeda corrente e a compensação de créditos. Na prática, o TEPP11 desembolsou R$ 4,12 em espécie e emitiu uma nota promissória pro soluto, com vencimento à vista, no valor de R$ 10.767.127,70.
Conforme o fato relevante, o crédito representado pela nota promissória foi compensado com um crédito de igual montante que o fundo detinha contra o vendedor, originado da subscrição de cotas da 5ª emissão do TEPP11. A soma dos componentes resulta no preço total informado de R$ 10.767.131,82.
Impacto financeiro estimado
A gestora Tellus Investimentos e Consultoria e a administradora BTG Pactual Serviços Financeiros informaram que, por meio da locação desses ativos, a operação deve contribuir positivamente para o fundo em um efeito estimado de aproximadamente 2,92% sobre a receita corrente do TEPP11.
Em termos por cota, essa projeção equivale a cerca de R$ 0,002 por cota. As entidades responsáveis ressaltaram que se trata de uma estimativa de resultado e não de uma distribuição de rendimentos anunciada aos cotistas.
Informações não divulgadas
No comunicado mais recente, o TEPP11 não detalhou a área dos conjuntos, o valor dos contratos de locação, a taxa de capitalização adotada nem a participação do fundo no empreendimento após a aquisição.
Operações como esta costumam ser avaliadas pelo mercado em função do potencial de ocupação e das condições contratuais de locação; porém, sem os dados operacionais divulgados pelo fundo, a aferição precisa do retorno e do efeito sobre o caixa dependerá de informações futuras.
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